diverticulose colônica é uma herniação da mucosa do intestino grosso por entre as fibras musculares da parede do cólon, formando “bolsinhas” em volta do intestino grosso. Isso ocorre mais comumente em mulheres acima dos 65 anos e tem grande prevalência em nosso meio. Alguns fatores de risco associados a essa doença são: idade avançada, constipação intestinal, elevada ingestão de carne vermelha, açúcar e farinha e baixa ingestão de frutas, legumes e cereais, no que se refere à alimentação e uso de opioides, corticoides e anti-inflamatórios, no que diz respeito ao uso de medicações.

A causa do surgimento dos divertículos é o aumento da produção de elastina e diminuição da produção do colágeno, o que, associado ao aumento da pressão na luz intestinal, predispõe à saída da mucosa através de defeitos na musculatura da parede do intestino.

Com relação ao quadro clínico, é importante salientar que 80 a 90% dos pacientes são completamente assintomáticos. Quando surgem sintomas, eles são:

  • Dor abdominal (especialmente no lado esquerdo da barriga, onde é mais comum a formação dessas bolsinhas). Essa dor pode diminuir com a evacuação ou eliminação de gases e aumentar após se alimentar;
  • Sangramento pelo ânus;
  • Excesso de gases abdominais;
  • Ressecamento nas fezes.

Os divertículos podem ser acometidos por infecção – nesse caso, os sintomas passam a ser febre, dor abdominal, ardência ao urinar e alteração de hábito intestinal para diarreia ou ausência de evacuação. Nos casos de se notar esses sintomas sugestivos de infecção do divertículo , a famosa diverticulite, um serviço de pronto atendimento deverá ser procurado imediatamente para uma avaliação mais profunda e urgente.

proctologista em bh diverticulos intestinais

O diagnóstico da diverticulose pode ser feito através de tomografia de abdome, enema opaco ou colonoscopia. Em casos de diverticulite, a colonoscopia é contra-indicada, pelo risco de destamponar uma lesão devido à insuflação de ar durante o exame e perfuração intestinal, podendo piorar o quadro.

O tratamento envolve inicialmente uma correção da dieta, aumento da ingestão de água para, pelo menos, 2 litros ao dia e uso de fibras- vegetais, legumes e frutas. As fibras vegetais, nesse caso, são melhores do que as de cereais.

Algumas medicações podem ser usadas, mas ainda não há estudos randomizados controlados que comprovem sua eficácia- dentre elas, a mesalazina, a rifaximina e os probióticos. O ideal é conversar com o seu médico sobre essas possibilidades.

A cirurgia está reservada a casos de urgência (sangramento incontrolável e refratário a medidas clínicas e hemostasia via colonoscopia ou diverticulite aguda complicada) ou a pessoas que já tiveram vários episódios de diverticulite.

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