câncer colorretal é atualmente a segunda principal causa de câncer na mulher e a terceira no homem no Brasil (excluindo-se os tumores de pele), segundo dados do Instituto Nacional do Câncer. A estimativa de surgimento de novos casos no país para o ano de 2016 foi de 34.280, sendo 16.660 homens e 17.620 mulheres. A incidência desses tumores tem aumentado a cada ano, o que pode estar associado aos hábitos de vida da sociedade atual.

SINTOMAS DO CÂNCER DE INTESTINO:

  • Sangramento pelo ânus, misturado ou não às fezes;
  • Intestino preso;
  • Dor na barriga;
  • Diarreias prolongada;
  • Perda de peso sem causa identificável;
  • Inchaço no abdome;
  • Eliminação de muco (catarro) nas fezes;
  • Sensação de querer evacuar constantemente, sem sair nada;
  • Fraqueza;
  • Falta de apetite.

Os sintomas do câncer intestinal são de início tardio e, muitas vezes, o paciente pode já ter o tumor em crescimento no intestino e não sentir absolutamente nada. Por isso, é importante estar em dia com as suas consultas médicas e seguir as medidas de prevenção.

proctologista bh cancer colorretal

O diagnóstico, feito pelo seu médico, envolve a realização de alguns exames, dentre os quais, o mais importante é a colonoscopia. Esse é um exame feito sob anestesia (sedação) em que é introduzido no ânus um aparelho especial, que permite avaliar o intestino por dentro. Deve ser feito um preparo com laxantes para que o intestino fique livre das fezes e se permita uma correta avaliação do mesmo. Nessa avaliação, é possível identificar lesões , em sua maioria benignas, chamadas pólipos que podem inclusive ser retirados durante o próprio exame através de uma alça ou pinça e encaminhado à biópsia. Alguns pólipos são lesões pré cancerígenas e, se fossem deixados no cólon, com o passar dos anos, se transformariam em câncer. Esse é o motivo pelo qual esse exame é tão importante quando se fala em prevenção de câncer do intestino. Além disso, se identificadas lesões tumorais, as mesmas podem ser avaliadas e biopsiadas.

Uma vez identificado o tumor, os próximos passos envolvem a realização de exames de sangue e tomografias de tórax e abdome para avaliar a possibilidade de metástases, que são implantes tumorais à distância, revelando tumores já avançados. Os principais locais de metástase dos tumores colorretais são o fígado e os pulmões. Além das metástases, as tomografias podem mostrar alterações em outros órgãos e invasão local, o que pode modificar o planejamento cirúrgico. Em casos de tumores de reto, é indicada também a realização de ressonância magnética de pelve.

O tratamento deve ser individualizado para cada paciente e depende da localização do tumor e do quadro clínico do paciente. Em geral, ele se baseia em cirurgia para retirada da parte do intestino que contém a lesão tumoral. Em casos de tumores de reto médio e baixo, pode ser necessário iniciar o tratamento com quimioterapia e radioterapia para só depois ser feita a cirurgia. Também pode ser necessária a colocação de alça intestinal, seja do intestino delgado – ileostomia, seja do intestino grosso – colostomia. Esse desvio do trânsito intestinal serve para minimizar ou evitar o risco de fístula, que é a abertura dos pontos de uma emenda (anastomose) intestinal, com saída de fezes para dentro da cavidade abdominal, o que gera um quadro grave chamado peritonite fecal, com alto risco de morte. Todavia, nem sempre o desvio é necessário e isso será uma decisão do seu médico, que vai se basear em vários fatores, desde a localização do tumor, presença de anemia, valor baixo de proteínas de cicatrização no sangue, condição do tumor dentro do abdome, agressividade do câncer e doenças pré- existentes no paciente. Hoje em dia, a cirurgia para o câncer intestinal não tem mais a necessidade de ser realizada através de grandes cortes na barriga, que causam muita dor no pós operatório e uma cicatriz esteticamente inadequada. A videolaparoscopia é a cirurgia feita através de cortes menores com uma câmera e pinças que mobilizam e permitam a retirada do intestino, causando retorno mais rápido do paciente às suas atividades habituais, menos dor no pós operatório, menos tempo de internação hospitalar e menos complicações.

O câncer intestinal tem um alto índice de cura. A taxa de sobrevida em 5 anos pode chegar a 92% no câncer de cólon e 87% no de reto, se identificado em estágios iniciais. Procure um proctologista!

CONSULTAS COM A DRA RAÍSSA CARVALHO 2ª e 4ª – Adulto e Pediátrica

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